2 de fevereiro de 2009

Evolução dos sistemas Windows

Windows 3.0 , 22 Maio 1990

Processador: 286 ou superior
Memoria: 640K de “memória convencional” (256K de memória extendida era recomendada)
Disco Rígido
Video: Hercules, CGA, EGA, VGA, or 8514/A Graphics card (EGA ou resoluçao superior)
MS-DOS 3.1 ou superior
Mouse: Opicional

Era usado em computadores 286 e 386.A versão 3.0 foi o primeiro sucesso amplo do Windows. Ao contrário das versões anteriores, era um Windows completamente novo, era porém um Ambiente Operativo e rodava por cima do DOS, sendo necessário carregar o DOS para, posteriormente, executar o Windows. Substituiu o MS-DOS Executive pelo Gestor de Programas e o Gestor de Arquivos que simplificavam as aplicações e tornavam o sistema mais prático.
Desenvolveu as redes locais (LANs).
Melhorou bastante a interface, a gestão da memória e o sistema multitarefa, e incluiu o suporte às fontes True Type.
Conseguiu ultrapassar o limite de 1 MB do MS-DOS e permitiu a utilização máxima de 16 MB de aplicações.
Naquela época era o único possível de compatibilizar todos os programas das versões anteriores.
Utilizava o processador Intel 80286 e o Intel 80386. Também existe a versão 3.0a, que foi lançada em 31 de Outubro de 1990.
Curiosidade: Primeiro Windows que ja vinha pré instalado em HDs de computares pessoais, pela Zenith Data Systems e Dell

Windows 95 , Agosto 1995

Processador: 386DX ou superior (486 era recomendado)
Memória: 4MB (era recomendado 8MB)
O espaço em disco ocupado era de 35~55MB
Drive de Diskete 3,5
Video: VGA ou superior (256-color SVGA era o recomendado)

Sistema operativo parcialmente de 32 bits criado pela Microsoft. Lançado em 24 de agosto de 1995, o Windows 95 passou a vir instalado por padrão com o MS-DOS 7.0 (e não separado, como era antes), e foi o principal lançamento da empresa na década de 1990.

Entre outras coisas, efetivava o sistema de arquivos FAT-16 (ou VFAT).
Os ficheiros (arquivos) puderam a partir de então ter 256 caracteres e não apenas 8 como sucedia nas versões anteriores.
O salto do Windows 3.1 para o Windows 95 foi enorme e fez com que a Microsoft pulasse para ser a mais popular distribuidora de sistemas operativos.
Curiosidade: A versão em diskete 3,5 vinha com 13 Discos; Brian Eno foi o compositor do som que iniciava o Windows 95.

Windows NT 4.0 , Agosto 1996

Pentium ou superior
Memória: 16MB (32 MB era recomendado)
Ocupa 110MB de espaço em disco.
CD-ROM era requerido para instalação
Video: Placa gráfica VGA ou superior
Microsoft Mouse ou Compativel
Windows 98, Junho 1998
Processador: 486DX 66MHz ou superior (Pentium recomendado)
Memoria: 16MB (24MB era o recomendado)
Ocupava de 120~355MB de espaço em disco
Drive de diskete 3,5
Video: VGA ou superior (SVGA 16-bit ou 24-bit cores recomendado)

A arquitetura do Windows NT é fortemente baseada na idéia do microkernel, de forma que um único componente seu gere e oferece aos demais, cada uma das funcionalidades do sistema. Assim, em teoria, poderia-se remover, atualizar ou substituir cada módulo sem que se precise alterar o resto do sistema. Contudo, o Windows NT não é puramente orientado à filosofia do microkernel, pois módulos externos a ele podem executar operações em modo kernel (protegido), a fim de evitar trocas de contexto e melhorar o desempenho geral do sistema.

A organização do Windows NT é feita em camadas, que se dispõem umas sobre as outras de forma que cada camada oferece serviços à imediatamente posterior e só usa serviços fornecidos pela imediatamente inferior. Além disso, é explorado o modelo orientado a objetos, em que recursos do sistema, arquivos, memória e dispositivos físicos são implementados por objetos e manipulados por métodos a eles associados.

Curiosida: Durante sua apresentação de lançamento na COMDEX de Abril de 1998, o Windows 98 trava com a famoso “Blue Screen of Death”

Windows 2000, Fevereiro 2000

Processador: 133MHz ou superior compativel Pentium
Memoria: 64MB
Ocupa mais ou menos 650MB de espaço em disco
Drive de CD-ROM ou DVD
Vido: VGA ou superior
Windows Millenium, (ME), Setembro 2000
Processador Pentium 150MHz ou superior
Memoria: 32MB
320MB de espaço em disco
Drive de CD-ROM ou DVD-ROM
Drive de diskete 3,5
Video: adaptador e monitor que suporte VGA ou superior
Microsoft Mouse ou compativel
Placa de som

Todas as versões do Windows 2000 possuem em comum muitas funcionalidades, incluindo muitas utilidades de sistema como o Microsoft Management Console (MMC) e sistemas de gestão de aplicações como o utilitário de desfragmentação de disco.
Todas as versões do Windows 2000 suportam o sistema de arquivos Windows NT versão 5 ou NTFS 5 (New Tecnology File System), o sistema de arquivos criptografado (EFS), também armazenamento em discos básicos ou dinâmicos.
O armazenamento em discos dinâmicos permite que diferentes volumes sejam utilizados. A família 2000 Server também teve um aumento de funcionalidades, incluindo a capacidade de ter um serviço de diretório único: o Activ Directory, Distributed File System (um sistema de arquivos que possibilita compartilhamento de arquivos) e armazenamento em volumes com tolerância à falhas.

Windows XP, Outubro 2001

Pentium 233MHz ou superior (300MHz é o recomendado)
Memoria: 64MB (128MB recomendado)
1.5GB de espaço em disco
Drive de CD-ROM ou DVD-ROM
Video: Adaptador e monitor que suporte Super VGA (800 x 600) ou superior
Placa de Som

O Windows XP é conhecido pela sua estabilidade e eficiência que melhoraram ao longo das versões 9x do Microsoft Windows. Ele apresenta uma interface gráfica redesenhada significativamente, uma mudança para que o tornou mais amigável do que versões anteriores do Windows. É também a primeira versão do Windows a usar um programa de ativação na luta contra a pirataria de software, uma restrição que não foi muito bem aceita por muitos usuários que defendiam a privacidade. O Windows XP também foi criticado por alguns usuários devido suas vulnerabilidades de segurança, sua pouca integração entre aplicativos, como o Internet Explorer 6 e Windows Media Player, e para aspectos de seu padrão de interface do usuário. A última versão do Service Pack 2, e o Internet Explorer 7 resolveram alguns desses problemas.

Curiosidade: Primeiro sistema que requer “Ativação”; Lançado em varias versões: Home, Professional, Tablet PC, Media Center, N (Especifico para o mercado europeu), Starter Edition.

Windows Vista, x64(64bits) e x86(32bits), janeiro 2007

Processador: 1GHz 32-bit (x86) ou 64-bit (x64)
Memoria: 1GB
Para funcionar o sistema gráfico Aero: Placa de Video 3D com 128MB de memória
Ocupará 15GB de espaço em disco
Drive de DVD-ROM
Capacidade de aceder a Internet

O principal objetivo da Microsoft com o Windows Vista, contudo, tem sido a de melhorar a segurança no sistema operacional Windows. Uma das mais comuns críticas ao Windows XP e aos seus predecessores são as suas geralmente exploradas vulnerabilidades de segurança e a total susceptibilidade a malware, vírus e buffer overflows. Em consideração a isso, o então presidente da Microsoft, Bill Gates, anunciou no começo de 2002 uma Iniciativa de Computação Confiável de grande escala na empresa a qual tinha como objectivo desenvolver a segurança nos softwares desenvolvidos pela empresa. A Microsoft declarou que priorizou a melhoria da segurança do Windows XP e Windows Server 2003 antes da conclusão do Windows Vista, atrasando assim seu lançamento.
Embora estas novas funcionalidades e melhorias de segurança tenham garantido opiniões positivas, o Vista também tem sido alvo de muitas críticas negativas da imprensa. As críticas relacionadas ao Windows Vista são os elevados requisitos de sistema, seus termos de licenciamento mais restritivos, a inclusão de uma série de novas tecnologias de gestão de direitos digitais que visam restringir a reprodução de mídia digital protegida, a falta de compatibilidade com certos programas e equipamentos "pré-Vista", e o número de solicitações de autorização do User Account Control. Como resultado dessas e outras questões, o Vista tem taxas de aprovação e satisfação mais baixas do que as do Windows XP.

Curisidade: Mais longo desenvolvimento do Windows, anunciado desde Jullho de 2001

Windows 7, até o final de 2009 ou início de 2010.

Para este sistema operativo já é necessário ter processador dual core e 2 GB de memória e uma placa grafica de 256 MB ou superior.(pode ser também ser usado uma placa grafica de 128MB)

A prioridade neste novo Windows é ser mais leve (ou pelo menos usar os mesmos requisitos do Windows Vista) com programas mais essenciais e que possam adicionar novos programas extras via download pelo sistema do Windows Live Service (pois sabemos que quanto mais programas forem instalados no computador mais lento ele fica e mais problemas aparecem), melhorar a interface com o utilizador, oferecendo maneiras mais comodas de se gerir os aplicativos e procurar documentos e claro a segurança, já que o Windows é tão criticado nesta parte.
O Windows 7 também começará a seguir uma nova tendência de interação com a internet. Com o aumento da velocidade das conexões com a internet e a maior quantidade de usuários conectados, veremos sistemas operacionais mais enxutos que exigirão menos tecnologia e capacidade da CPU local, pois conforme especialistas a maioria das ferramentas estarão online, sendo executadas em servidores.

Sintetizado por Nuno Mesquita com recurso a vários conteudos existentes em blogs e outros locais na internet.
2008-02-02

Evolução UBUNTU


Ubuntu é um sistema operacional livre e de código aberto, baseado nos princípios da distribuição Debian ( http://www.ideasbr.com/ubuntu.php). Perfeito para portáteis e servidores. Contém todas as aplicações necessárias – um navegador de internet, software para apresentações, escrita de documentos, folhas de cálculo, mensagens instantâneas e muito mais. ( http://www.ubuntu.com/ )

2004, surgia a distribuição que conquistaria o maior número de usuários em desktop graças à sua facilidade de uso, o Ubuntu.

§ Ubuntu 4.10 - The Warty Warthog

§ Ubuntu 5.04 - The Hoary Hedghog

§ Ubuntu 5.10 - The Breezy Badger

§ Ubuntu 6.06 LTS - The Dapper Drake

§ Ubuntu 6.10 - The Edgy Eft

§ Ubuntu 7.04 - The Feisty Fawn

§ Ubuntu 7.10 - The Gutsy Gibbon

§ Ubuntu 8.04 - The Hardy Heron

§ Ubuntu 8.10 - Intrepid Ibex

Para mais informações sobre as diversas versões é favor fazer click (http://www.sizlopedia.com/2008/10/18/history-of-ubuntu-from-warthog-to-ibex/pt/)

Sobre a numeração


A numeração das versões do Ubuntu são relacionadas com sua data de lançamento. No formato A.MM, ou seja, o primeiro dígito é o ano de lançamento, o segundo é o mês. Sendo assim, é incorrecto falar em 5.1 referindo-se à versão 5.10 pois o mês lançado foi Outubro e não Janeiro. Um exemplo, das versões que já temos:

- Ubuntu 4.10: primeira versão do Ubuntu, lançada em 20 de Outubro de 2004.
- Ubuntu 5.04: versão que fez a fama do Ubuntu, lançada em 8 de Abril de 2005.

- Ubuntu 5.10: lançada em 13 de Outubro de 2005.

- Ubuntu 6.06 LTS: primeira versão com Longo Tempo de Suporte (Significa que esta versão será oficialmente suportada durante 3 anos na versão desktop e 5 anos na versão servidor pela Canonical.), lançada em 1 de Junho de 2006.

- Ubuntu 6.10: versão com reformas estruturais, lançada em 26 de Outubro de 2006.

- Ubuntu 7.04: lançada em 19 de Abril de 2007.

- Ubuntu 7.10: primeira versão com o Desktop 3D activado por padrão, lançada em 18 de Outubro de 2007.

- Ubuntu 8.04 LTS: segunda versão com Longo Tempo de Suporte, lançada em 24 de Abril de 2008.

- Ubuntu 8.10: Lançada no dia 30 de Outubro de 2008.

- Ubuntu 9.04: A ser lançada em 23 de Abril de 2009.

(http://www.ideasbr.com/ubuntu.php)

Hugo Ribeiro nº9 2/2/09

CPU,s Dual Core

Existem várias vantagens em ter um processador dual core. A primeira vantagem é que o computador irá utilizar menos energia e proporcionar mais desempenho de ambos os seus núcleos, um único chip de alto desempenho. A segunda é que o processador dual core terá um desempenho melhor se tiver dois chips. Também terá menos espaços de requisitos, desde a morrer pela dupla de núcleos são impressos num chip. Não há necessidade de criar dois chips, economizando espaço. Outra vantagem é que a tecnologia é muito confiável e tem sido experimentada e testada. Processador dual core, provavelmente, vão continuar a ter uma excelente reputação devido à sua concepção estável e confiável.
Embora as vantagens superem largamente as desvantagens, você deve estar ciente de alguns pontos negativos. Por exemplo, o software precisa de ser reconfigurado para trabalhar especificamente com processadores dual core. É importante notar que o desenho é mais confiável para ter um processador individual num chip e que, devido ao facto de que o processador dual core irá trabalhar mais rápido e mais forte, isto vai colocar limitações sobre o sistema, bem como outras partes do computador, como a banda de memória. Antonio Guerreiro

DNS

Quando nós passamos o tempo na Internet a enviar e-mails ou explorando a Web, usamos servidores de Domínio sem nos aperceber.
Domain Name Servers, ou DNS, são muito importantes e uma parte completamente funcional na ligação Internet, são fascinantes. O sistema Dns forma uma das maiores mais distribuídas base de dados no Planeta. Sem o DNS a Internet Cesária quase instantaneamente.
Quando se utiliza a Web ou se envia um e-mail utiliza-se um nome domínio para tal.
Por exemplo: o URL http://pt.msn.com/ contem o domínio msn.com. Bem como o endereço de e-mail 1X3X4@msn.com.
Nomes possíveis em serem lidos por humanos como msn, são fáceis para as pessoas lembrarem mas não fazem bem as maquinas.
Todas as maquinas utilizam nomes chamados endereços I.P. para se referenciarem umas as outras.
Por exemplo: a maquina que os humanos se referem como msn.com tem o endereço I.P. XXX.XXX.XXX.XXX. Sempre que se utiliza um nome de Domínio, utiliza-se o nome de Domínio do servidor Internet (DNS) para traduzir o nome do Domínio humanamente legível em numero I.P. maquinalmente legível. Durante um dia de explorar a Internet e enviar e-mails acessará servidores de Domínio (DNS) centenas de vezes!
Servidores de Domínio traduzem nomes de Domínio em endereços I.P.. Soa fácil, e deveria ser – excepto 5 coisas.
Há biliões de endereços I.P. em uso, e a maioria das máquinas tem nomes humanamente legíveis também.
Há muitos biliões de pedidos de DNS feitos todos dias. Uma só pessoa facilmente faz centenas ou mais pedidos DNS por dia, e há centenas de milhões de pessoas e maquinas a utilizar a Internet diariamente.
Nome de Domínio e endereços I.P. mudam diariamente
Novos nomes de Domínio são criados diariamente
Milhões de pessoas fazem o trabalho de mudar e adicionar nomes de Domínio e endereços I.P. diariamente.
O sistema DNS é uma base de dados, e nenhuma outra base de dados no planeta recebe tantos pedidos. Nenhuma outra base de dados no planeta tem milhões de pessoas a muda-la todos dias, também. É isto que faz o sistema DNS único.

Ricardo Miguel nº 16 IGRI01



Evolução da Memória RAM

A sigla RAM deriva da expressão Random Access Memory, que significa, memória de acesso aleatório. Os dados armazenados nesta memória podem ser lidos, escritos e apagados pelo processador. Quando ligamos o computador é colocada na RAM a informação de que o processador necessita para o seu funcionamento. Quanto mais memória RAM um computador tiver, mais informações podem nela estar guardadas, o que se traduz numa optimização do seu funcionamento.
Os chips (circuitos integrados) de memória RAM possuem uma estrutura simples. Para cada bit 1 ou 0 a ser armazenado, temos um pequeníssimo condensador (componente electrónico que armazena corrente eléctrica); quando o condensador está carregado electricamente temos um bit 1, quando ele está descarregado, temos um bit 0. Para cada condensador temos um transístor (outro componente electrónico), encarregado de ler o bit armazenado no seu interior e transmiti-lo ao controlador de memória. Os chips de memória são, então, basicamente compostos pelo conjunto condensador/transístor, que é repetido alguns milhões de vezes.
Desde as primeiras memórias do início da década de 80, até as memórias produzidas actualmente, foram realizadas melhorias na forma de organização física e na forma de acesso, que permitiram melhorar consideravelmente a velocidade de acesso. Também foi possível aumentar a velocidade de acesso aos dados depositados na memória através do aumento do barramento de dados. O PC original era capaz de ler apenas 8 bit por ciclo de clock (relógio do sistema que estabelece o tempo de funcionamento dos componentes electrónicos existentes no computador), enquanto um Pentium pode ler 64 bit por ciclo de clock: 8 vezes mais.


Podemos classificar as memórias RAM quanto à sua forma física nos seguintes tipos:

1 - Modulo DIP
Nos computadores antigos, principalmente XTs, 286 e os primeiros 386, os módulos DIP eram soldados directamente à placa principal (motherboard – placa-mãe) ou, em alguns casos, encaixados individualmente em locais próprios, designados por sockets, disponíveis nessa placa. Este sistema trazia várias desvantagens, por dificultar upgrades (acrescentos) de memória ou a substituição de módulos com defeito.







2 - Modulo SIMM de 30 contactos
Neste caso os módulos de memória são pequenas placas de circuito impresso com chips DIP que são encaixados em sockets disponíveis na placa-mãe.







3 - Modulo SIMM de 72 contactos
Caracterizam-se por apresentarem semelhanças físicas com as memórias SIMM de 30 contactos, mas com 72 contactos electrónicos. Esse tipo de memória foi usado nos computadores com microprocessadores 486 e nos primeiros Pentium, deixando de ser utilizados apenas depois de surgirem os módulos de 168 contactos. Existem dois grandes grupos neste tipo de memórias: as que têm tempo de acesso de 70ηs e as de EDO de 60ηs (nanosegundos).





4- Modulo DIMM de 168 contactos
Enquanto nos módulos SIMM de 30 e 72 contactos, estes são apenas de um lado, nos módulos DIMM de 168 contactos são utilizados os dois lados do módulo, o que justifica seu nome, "Double In Line Memory Module".
Este tipo de RAM é encaixada na motherboard nos locais com a referência DIMM1, DIMM2 ou DIMM3. Existem placas com 32 MByte, 64MByte, 128 MByte e 512 MByte.








5 - Modulo SODIMM
Existem, neste tipo de memórias, dois tipos: os módulos SODIMM de 72 contactos e os de 144 contactos. Ambos são utilizados em portáteis.
O Módulos SODIMM de 72 contactos pode possuir desde 2MB até 256MB de capacidade de armazenamento.
Este tipo de módulo pode ser produzido com 32 ou 64 bit, sendo muito parecido com o SIMM de 72 contactos.
No módulo SODIMM de 144 contactos a capacidade pode ir de 2MB até 256MB.
Neste caso, o módulo pode ser produzido com 64 ou 72 bit, sendo muito parecido com os módulos DIMM de 168 contactos.









6 - Modulo DIMM de 184 contactos
Contem mais 16 contactos que os módulos de 168 contactos. Fisicamente, há apenas uma divisão no encaixe da placa, enquanto nos módulos de 168 contactos há duas. Um detalhe interessante é que a tensão de alimentação destas memórias é 2.5v, contra 3.3v para os módulos de 168 contactos. Isso diminui o consumo de energia e gera menos aquecimento dos chips de memória. Para um PC de secretária isso pode até não ser muito notado, mas no caso de um portatil, é considerável.
Este tipo de módulo é produzido com 64 bit, com capacidade que pode chegar aos 4GByte.






Existem vários tipos de RAM, em função da sua tecnologia:
- DRAM
RAM dinâmica - é a memória mais comum. Esse tipo de RAM é a que pode armazenar mais bit num único chip, e a menos cara, apesar de ser a mais lenta. As DRAM têm tempos de acesso (leitura ou escrita) da ordem dos 80 a 150 ηs (nanossegundos - é um bilionésimo de segundo) pelo computador.
O tempo de acesso representa o tempo que demora o acesso a um dado.
A lentidão associada a esta memória é devida ao processo “memory refresh” ou refrescamento de memória, que mantém os dados armazenados durante o funcionamento e que se repete em curtos intervalos de tempo.
- FPM RAM
É um dos mais antigos tipos de DRAM. Foi a primeira melhoria significativa na arquitectura das memórias.
A tecnologia FPM (Fast Page Mode) utiliza um modo acesso rápido. A ideia é que, ao ler uma informação qualquer gravada na memória, os dados estão na maioria das vezes gravados sequencialmente. Não seria preciso então enviar os endereços RAS e CAS para cada bit a ser lido, mas simplesmente enviar o endereço RAS (linha) uma vez e, em seguida enviar vários endereços CAS (coluna).
Foram utilizadas em computadores 386, 486 e nos primeiros computadores Pentium, em forma de SIMM de 30 ou 72 contactos e cujas mais comuns são as de 70 ηs. Quanto mais baixos forem os tempos de espera, mais rápidas serão as memórias.
- EDO RAM
É um tipo de DRAM que surgiu depois da tecnologia FPM RAM, com a vantagem de ter um tempo de acesso mais rápido que na tecnologia FPM - cerca de 60 ηs com os processadores nos primeiros Pentium (principalmente os de 100, 133, 166, ou 200 MHz, cuja velocidade de barramento, bus, é de 66 MHz).
A diferença de tempo de acesso deve-se a um pequeno buffer que equipa estas memórias e permite o armazenamento dos pedidos do processador enquanto processa o acesso à memória.
As memórias EDO não são, neste momento, utilizadas. Podem ser encontradas em computadores antigos, em módulos de 72 contactos e, em alguns casos raros, em módulos SIMM. Apenas as placas para processadores Pentium e algumas placas mãe para 486 com slots PCI aceitavam trabalhar com memórias EDO.
- BEDO RAM
Constituíram uma evolução das memórias EDO RAM, conseguindo-se obter tempos de acesso da ordem dos 50 ns quando utilizadas em placas mãe com barramento (bus) externo de 66 MHz.
A não compatibilidade com as EDO RAM foi a causa principal para que estas memórias não tivessem sido muito utilizadas.
- SDRAM
Tanto as memórias FPM como as memórias EDO são assíncronas, isto é, trabalham com o seu próprio ritmo, independentemente dos ciclos de relógio da placa mãe. Isso explica por que memórias FPM, que foram projectadas para funcionar nas placas para processadores 386 ou 486 (que trabalham com barramento de 25 ou 33 MHz), funcionam sem problemas em placas para processadores Pentium, que trabalham a 66 MHz ou a 133 MHz.
As memórias SDRAM, por sua vez, são capazes de trabalhar sincronizadas com os ciclos de relógio da placa-mãe, sem tempos de espera. Isto significa que a temporização de uma memória SDRAM é sempre de uma leitura por ciclo, independentemente da velocidade de barramento utilizada - FSB (Front Side Bus - velocidade externa ao processador, ou seja, a velocidade á qual o processador comunica com a memória e componentes da placa-mãe).
Como é necessário que a memória SDRAM seja tão rápida como a placa-mãe, encontramos no mercado versões com tempos de acesso entre 15 ηs e 6 ηs.
O facto de funcionarem sincronizadas com os ciclos da motherboard torna-as muito mais rápidas que as suas antecessoras.
Existem SDRAM do tipo PC-66, PC-100 e PC-133. O número significa o valor da frequência para a qual o fabricante projectou a memória: para motherboards com bus de 66 MHz, para bus de 100 MHz ou para os bus de 133MHz, respectivamente.
- DDR
Trata-se de um novo tipo de memória RAM.
A sigla DDR vem de Double Data Rate e indica, justamente, a capacidade das memórias DDR transmitirem dados duas vezes por ciclo: uma transferência no início do ciclo de clock e uma segundo transferência no final. Um módulo DDR de 266 MHz, por exemplo, não trabalha a 266 MHz, mas sim a apenas 133 MHz; no entanto, como são feitas duas transferências por ciclo de clock, o desempenho é equivalente ao que seria alcançado por um módulo de 266 MHz.
Actualmente, existem memórias DDR em módulos de 186 contactos e 200 contactos e permitem uma taxa de transmissão de 800MHz.
Luis Silva n.11







































































13 de janeiro de 2009

Portugal vai ser o primeiro país do mundo a disponibilizar uma aplicação informática gratuita destinada a crianças a partir dos 6 anos, que lhes permite criar projectos animados e desenvolver o raciocínio lógico.
O programa, conhecido como "Scratch", será distribuído pelo portal Sapo, através do novo Sapo Kids, um canal inteiramente dedicado a crianças entre os 4 e 10 anos, com conteúdos próprios de entretenimento, informação e educação, anunciou a Portugal Telecom, uma das entidades que participa nesta iniciativa.
A adaptação do Scratch à língua portuguesa e à visualização no computador Magalhães, foi feita por equipas da PT Inovação e do portal Sapo, em estreita colaboração com as equipas do MIT Media Lab, que criaram o programa.
O Scratch "é um meio de programação que potencia a criatividade das crianças e ao mesmo tempo desenvolvendo a aprendizagem de conceitos matemáticos e de lógica", salienta a Portugal Telecom num comunicado.
O projecto e o novo Sapo Kids que vão estar disponíveis já este mês serão apresentados na próxima sexta-feira numa sessão em que estará presente o responsável do Scratch e professor do MIT (Massachussets Institute of Technology), Mitchel Resnick.
RCR.

in Lusa 11 de Janeiro 2008

Anna Pedro de Sousa

9 de janeiro de 2009

Breve retrospectiva histórica do Linux

Desde que foi criado por Linus Torvalds, o Linux ou “Freak” (nome original caído em desuso), tem evoluído muito até hoje.
Tomando em consideração que nos últimos 5 anos tem tido uma evolução na direcção do utilizador comum, nos últimos tempos tem havido um esforço por parte de agentes para aumentar a utilização desde SO com implementações nas escolas (as universidades há muito que implementaram o ensino de Linux e Unix).
O Linux incorporado nos modelos Magalhães é um exemplo de como existe uma intenção (nacional) para motivar as novas gerações para o futuro.
Não esquecer que foi com aparelhos como o Spectrum 16K ou Amiga (também na altura considerados pouco amigos do utilizador) que muitos engenheiros, técnicos e até freelancers criaram os Sistemas Operativos e programas relacionados.
Voltando ao tema inicial: o Linux ou Gnu/Linux poderá tornar-se no Sistema Operativo que vem revolucionar novamente o mundo informático ou auxiliar outras áreas de influência.
Uma das causas para a relutância em aderir a este SO é a falta de drivers para placas e alguma dificuldade em configurar periféricos, também o menor grau "user friendly" cria dificuldades na utilização desde SO por leigos!
Graças á Debian (um dos 3 laboratórios de desenvolvimento Linux) temos o Ubuntu 8.04 que está numa versão estabilizada; também existe o Fedora 10 da Red Hat, mas com o contra de não estar estabilizado sofrendo constantes actualizações.
A Slackware tem o SuSe e o OpenSuse que são bastante comuns também.
Podemos falar também da Caixa Magica ou do Alinex que são SO Linux feitos de Portugal!


Silas Almeida

Distribuições Linux



Silas Almeida

Cronologia do Unix

Silas Almeida

Conceitos sobre redes

Rede
Uma rede é a ligação de dois ou mais PC entre si para partilha de informação e /ou periféricos.
Há regras e procedimentos que têm que ser respeitadas para que haja uma comunicação eficaz dentro da rede e com mínimo de erros. O conjunto dessas regras e procedimentos são conhecidas por protocolos.
As máquinas interligadas, comunicam-se realizando intercâmbio de informação entre hardware, software e o utilizador, e esse processo chama-se comunicação.
A mensagem necessita de um caminho que tem que percorrer desde a sua origem ao destino dentro da rede. Este processo é conhecido informaticamente por Encaminhamento.
Um terminal ou PC necessita de um nome ou número que o identificará especificamente num grupo de computadores interligados, chama-se a este o Endereço de Nó.
Um recurso partilhado, é um dispositivo, programa ou excerto de informação usado por mais que uma aplicação ou computador.
As redes podem-se ligar usando diferentes topologias, protocolos, software e hardware:
LAN: Local Area Network (pequena rede local)
MAN: Metropolitan Area Network (+ou- 50km)
WAN: Wide Area Network (ex.: Internet, Milinet…)
Rede Cliente Servidor: é uma rede onde o servidor manda na rede (Rede com hierarquia).
Rede Peer-to-Peer, é uma rede onde não há um servidor dedicado
Rede LAWN: são redes sem fios que utilizam transmissão rádio WI-FI.


Manuel Jassi
Barramentos

Introdução
O Barramento é o componente da arquitectura que interliga todos os componentes do computador.
Trata-se de um conjunto de condutores eléctricos através dos quais passam três tipos de informação: Dados / Endereços / Controlo
• Dados – São transferidos bit a bit por cada um dos condutores;
• Endereços – Incluem o local de destino/origem dos dados;
• Controlo – Como sinais de relógio, sinais de interrupção, entre outros.

Tipos de Barramento Distintos
Barramento Local (ou de Sistema)
Barramento de Entrada/Saída



1.O Barramento Local interliga o CPU e a Memória.
É a parte do barramento que melhor desempenho deverá ter no sistema, uma vez que interliga os dois principais componentes do sistema.
2. O Barramento de Entrada/Saída interliga todos os restantes dispositivos ao barramento local.
O barramento Entrada/Saída pode ser caracterizado quanto à sua aplicação.
. A interna.
. A externa.
. E a interna e Externa.



Aplicação Interna
• Esta aplicação serve para ligar dispositivos normalizados e existentes em praticamente todos os computadores pessoais.
• Exemplos: - teclado;
- portas de série/ paralelas;
- drive de disquetes.

Aplicação Externa
A aplicação externa fornece a forma de expansão das características do computador pelo acrescento de novos dispositivos que se interligam com o sistema através de conectores – normalizados para cada barramento – e obedecendo às regras de acesso ao barramento.

PCI (Peripheral Componente Interconnect)
Criado pela Intel por ocasião do desenvolvimento do microprocessador Pentium.
Este barramento iguala, em velocidade o VLB.
Opera com 32 ou 64 bits.
Com taxas de transferência de até 132 MBs com 32 bits.
Possui suporte para o padrão PnP. Por meio deste padrão o PCI tem auto-configuração. As placas são reconhecidas e configuradas automaticamente pela BIOS e pelo sistema operativo.

AGP (Acelerated Graphics Port)
Desenvolvido pela Intel que pretendia obter uma maior taxa de transferência entre a placa CPU e a placa de vídeo.
É um barramento próprio para comunicação com placas de vídeo.
A sua principal vantagem é o uso de maior quantidade de memória para armazenamento de texturas para objectos tridimensionais, com alta velocidade no acesso a essas texturas para aplicação no ecrã.

Bus Mastering
O BUS Mastering é um recurso suportado por algumas arquitecturas de barramento, que permite que o controlador de discos se comunique directamente com os dispositivos, sem ocupar o processador o que significa que o chipset da motherboard que passa a monitorizar a operação
As arquitecturas de barramentos modernas, suportam o bus mastering e actualmente também quase todas as placa mães modernas suportam bus mastering.

Fire Wire
Barramento de alto desempenho desenvolvido pela Apple, usa a norma IEEE 1394 e tornou-se um padrão utilizado genericamente.
Trata-se de uma tecnologia de Input/Output de alta velocidade para conectar dispositivos digitais.
Os dispositivos de FireWire são organizados no bus numa topologia de árvore. Cada dispositivo possui um ID próprio que lhes é atribuído por ordem.

Partilha de IRQs (Interrupt Request)
Como o nome refere são interrupções de hardwares que os dispositivos podem utilizar para chamar a atenção do processador.
Em síntese, o sistema operativo fecha à chave os aplicativos activos o que possibilita a utilização do processador durante algum tempo.
Quando avisado, o processador pára o que estiver a executar retomando a tarefa mais tarde.
Se não houvesse o endereço IRQ, o processador não conseguiria ler as teclas escritas no teclado, nem os cliques do rato e a sua ligação pararia sempre que se abrisse um programa…
IRQ 0 - Sinal de clock da placa mãe
IRQ 1 - Teclado
IRQ 2 – Livre
IRQ 3 – COM 2
IRQ 4 - COM 1
IRQ 5 – Disco Rígido
IRQ 6 - Drive de disquetes
IRQ 7 – Porta Paralela
IRQ 8 - Porta paralela

Plug and Play
Esta tecnologia (PnP) significa basicamente ‘ligar e usar’ e foi desenvolvida para que um computador reconheça e configure automaticamente um qualquer dispositivo que seja instalado.
Para isto se verificar são necessários barramentos compatíveis e suporte por parte da BIOS, do sistema operativo e do periférico.

Slot / Conector
É um encaixe que permite a ligação dos periféricos.
Nas motherboards encontram-se vários slots para o encaixe de placas como as de vídeo, som, modem e rede.

Alguns exemplos de slots:

ISA, que é utilizado para ligar periféricos lentos – 16 bits (placa de som e fax/modem).
PCI, utilizado pelos periféricos que exigem mais velocidade – 32 bits ( placa de vídeo).
AGC – Empregue exclusivamente por interface de vídeo – 32 bits.




USB – Universal Serial Bus
É o barramento norma para todos os dispositivos da baixo desempenho e actualmente já todas as arquitecturas chipsets tem este barramento.
Com o USB é possível ligar em simultâneo até 127 periféricos.


ISA (Industry Standart Architecture)
Este barramento é formado por slots de 8 e 16 bits presentes na motherboard e em alguns circuitos internos.
Teve a sua origem com o IBM PC, a 8 bits e foi, mais tarde, aperfeiçoado no IBM PC AT atingindo a versão de 16 bits.
Executa, portanto, estas taxas de transferência.
E um clock de 8 MHz.
As suas placas de expansão devem ser conectadas em slots ISA de 16 bits.
Porém, as de expansão ISA 8 bits podem ser conectadas, tanto em slots de 8, como de 16 bits.
Apesar de lento, ainda é muito utilizado.
As mais modernas placas de CPU Pentium possuem 2, 3 ou 4 slots ISA de 16 bits nas quais podem ser conectados diversos tipos de placas.

Organograma



Nesta figura vimos Barramento Local por onde o processador se comunica com os dispositivos essenciais da placa mãe tal como a memória RAM.
O Barramento de Dados por onde os dados são transmitidos bidireccionalmente.
O Barramento de Controle que efectua o controle do tráfego de dados sendo unidireccional.O Barramento de Endereço através do qual é feito o endereçamento, sendo um barramento unidireccional.E também os Barramento de Expansão por onde ligamos os periféricos ao computador. tal como placa de vídeo, som, etc.



Ana Pedro de Sousa




















Ana Pedro de Sousa

Teclado à prova de líquidos


A Trust lançou o BlackStream, um teclado que promete resistir a todos os salpicos.

O novo teclado da Trust, apresenta-se como um equipamento «completamente resistente ao derramamento de líquidos, que pretende ser fácil de limpar, bastando para isso um simples pano».Segundo a marca, o equipamento foi «feito a pensar no conforto e na facilidade de utilização», com um apoio sólido para as mãos e 17 teclas multimédia, para um acesso directo ao browser, caixa de correio electrónico, e media player, entre outros.
Mário Pitta Groz

Recuperação de dados

Boa dica para aceder aos dados de um disco rígido de outro computador que bloqueia o acesso ao mesmo, com o objectivo de recuperar os mesmos.
Botão direito na pasta/disco "Propriedades", separador "Segurança" , botão "Avançadas", separador "Proprietário", escolhe o seu utilizador e activa a caixa "Substituir proprietário em subcontentores e objectos ".
Se por acaso o separador segurança não estiver visível, nas opções de pastas colocar o ponto em mostrar pastas e ficheiros ocultos.


Luis Silva

Regras básicas para redes e TCP/IP

Modelo antigo de rede

Entre 1960 e 1985 é predominante o uso de um grande super computador ligado a um conjunto de terminais. [Anfitrião – terminal instalação]

Todo o processamento é feito no Anfitrião. Um terminal é simplesmente um aparelho de I/O [via Teclado, saída ou ecrã]. O Anfitrião é o gargalo e o ponto central de falha.

1985 – Presente

A rede utiliza postos de trabalho ligados por LAN [Local Area Network]. Uma rede é uma ligação de 2 ou mais computadores distintos com partilha assegurada a ligação entre eles. Partilham dados periféricos e aplicações. Para que haja informação tem de haver comunicação em os dois sentidos [emissor – receptor].

A Internet é uma colecção de Redes que são conectados por Routers. O Router utiliza as três camadas mais baixas: Física, Dados e Rede.
A Internet é uma rede Mundial específica [www World Wide Web] que é gerido por Internic e utiliza protocolos de TCP/IP.

InterNIC — Public Information Regarding Internet Domain Name Registration Services
ICANN - Internet Corporation for Assigned Names and Numbers
World Wide Web Consortium
(W3C) develops interoperable technologies (specifications, guidelines, software, and tools) to lead the Web to its full potential.

Partilha dos recursos. Tais recursos incluem dispositivos de hardware de armazenamento em disco e impressoras e softwares (programas + dados).
Maior fiabilidade. É atingível e obtido por periféricos e replicação dos dados. O seu crescimento incremental é mais barato.
Processamento distribuído. Isto dá-se sob a forma de cliente / servidor de aplicações (como explorador web / servidor web) e clustering.
Promover a comunicação entre os utilizadores da rede através da partilha de recursos e de e-mail.
Tem dois computadores a trocar dados, mas conte para o seguinte.
Os dois computadores podem estar localizados no mesmo quarto ou separados por milhares de quilómetros. Os dois computadores podem ter diferentes fabricantes e sistemas operativos diferentes e podem utilizar diferentes ordenações em multi-byte de dados e podem ter diferentes codificações de caracteres de texto.
A Concepção deve permitir a continuação do uso de tecnologias existentes e ao mesmo tempo abraçando novas tecnologias

International Standards Organization (ISO) (OSI) este modelo foi desenvolvido, com base na sua recomendação, sob a forma de sete camadas.
Os princípios das camadas:
Cada camada deve representar uma abstracção a diferentes níveis, para onde seja necessário e deve definir bem as suas funções.
O fluxo de informação entre as camadas deve ser mínima.
O número de camadas deve ser óptimo, não demasiadas nem muito poucas.
A norma é uma especificação com concordância Internacional de algum tipo de produto ou serviço.
Exemplos: papel tamanho A4

Um protocolo é um acordo (contrato) entre os dois (ou mais) partes de realizar uma tarefa comum.
Exemplos: duas pessoas a apertar as mãos

Uma rede de comunicação (na aplicação das camadas inferiores), especifica o formato e o significado das mensagens que são trocadas entre os dois peers (na mesma camada) de entidades. Basicamente um protocolo de rede especifica o controle em cabeçalho e sua interpretação.

Exemplos:
Gestão. Camada de protocolo: HTTP usado entre explorador de Internet e servidor
Protocolo de camada de rede: IP (Internet Protocol)
Data Link Layer Protocol: Point-to-Point Protocol (PPP)
- utilizado entre dois routers ligados por linhas telefónicas
Uma rede de comunicação (na aplicação das camadas inferiores), especifica o formato e o significado das mensagens que são trocadas entre os dois peers (na mesma camada) de entidades. Basicamente um protocolo de rede especifica o controle em cabeçalho e sua interpretação.

Camadas de protocolos são projectadas de modo que a camada n no destino recebe exactamente o mesmo objecto enviado pela camada n na fonte.
Os protocolos são normas que especificam a forma como os dados estão representados na máquina a serem transferidos de uma para outra.
O TCP / IP: Transmission Control Protocol / Internet Protocol
Interface de aplicações com camada TCP para comunicar com outras aplicações peer

O TCP / IP é a criança prodigio da ARPANET, que foi desenvolvido pela E.U.A. DoD (Departamento de Defesa) projecto apoiado por (Advanced Research Project Agency).
O TCP / IP foi inicialmente definido em 1974, destinado a ser utilizado para a comunicação distantes geograficamente.
O TCP/IP tem evoluído com muitas melhorias desde então.
A Universidade de Berkeley ter incorporado o TCP / IP em suas BSD Unix. A popularidade do TCP / IP (mais simples que o modelo ISO-OSI) , fornece uma solução elegante para comunicação de dados em todo o mundo.
A Independência de hardware de rede específicas permite que o TCP/IP integre vários tipos de redes (Ethernet, dial-up)
O TCP / IP é usado em redes LAN e WAN.
O esquema de endereçamento comum de cada anfitrião na Internet tem um endereço exclusivo. Existem protocolos padronizados de alto nível para a rede de serviços disponíveis em todo o mundo.

Ricardo Miguel nº 16

Texto de opinião

Os textos de opinião devem ser breves, claros na interpretação dos factos, opinativos, mas devidamente fundamentados sem ferirem a ética e o rigor da escrita. A opinião tem na polissemia um poderoso aliado, pois procura sempre apresentar uma visão crítica, tentando induzir o receptor e levá-lo a compartilhar das suas posições. Os recursos expressivos, quer depreciativos quer laudatórios, são, frequentemente polissémicos e presentes através das metáforas e das metonímias.A opinião volta-se para o juízo que cada um ou o grupo (opinião pública) tem sobre alguma coisa. Há uma enorme carga subjectiva na forma de ver a realidade. Podemos recorrer à definição de Platão que diz que a opinião (em grego, doxa) é um juízo sobre os seres do mundo sensível, sendo o seu ponto de partida a sensação que se torna como uma síntese das sensações anteriores. Daí o seu carácter arbitrário que pode traduzir ideias verdadeiras ou falsas. A opinião apresenta os factos, como a informação, enquadrando-os no respectivo contexto, relaciona-os, através de uma interpretação, e elabora um juízo de valor sobre eles. Na opinião, o autor escolhe o ângulo de abordagem dos acontecimentos e das situações, mas não se preocupa com a distanciação nem com a simples explicação imparcial, característica da interpretação. Enquanto a notícia dá a informação, a interpretação explica os factos e as razões, a opinião adianta juízos de valor.Na comunicação social, a opinião surge, frequentemente, em forma de editorial (geralmente, assinado por um elemento da direcção editorial) a fazer a apreciação sobre os acontecimentos marcantes da actualidade; de um comentário (assinado por um director, editor ou jornalista) ou artigo de fundo, que permite a interpretação e a apreciação valorativa sob o seu próprio ponto de vista; e em forma de artigo de opinião, propriamente dita (assinado por um jornalista ou qualquer outra pessoa convidada), que pode abordar questões diversas desde factos noticiados a questões de arte, de literatura, de cinema ou televisão ou artigos de divulgação científica. O editorial distingue-se dos restantes textos de opinião ao exprimir a opinião e a cultura da empresa como um todo; os outros textos são da responsabilidade apenas dos seus autores.A opinião tem por finalidade informar e influenciar, nomeadamente a nível político ou ideológico. Os opinion makers utilizam os dados da realidade para, a partir deles, convencer.
Este conteúdo foi retirado do site da Infopedia ( http://www.infopedia.pt/$texto-de-opiniao) por Nuno Mesquita e serviu para me elucidar em relação à pergunta numero 5.1 do trabalho sobre o filme " Os lisboetas " da disciplina de C.L.C