30 de março de 2009

Rede de espionagem informática infiltra-se em computadores de todo o mundo

Uma rede de espionagem informática conseguiu infiltrar-se em computadores de governos, embaixadas, organizações de defesa de direitos humanos e meios de comunicação de 103 países, incluindo de Portugal.
Segundo um relatório da Universidade de Toronto, a maior dos 1295 computadores que foram alvo desta acção de espionagem pertence a países ou missões diplomáticas do sudeste asiático, contudo, esta rede infiltrou-se também na rede informática do governo português.
Os computadores da agência noticiosa norte-americana Associated Press em Londres e Hong Kong, os computadores do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão e da embaixada da China nos EUA e de uma operadora telefónica venezuelana também foram afectados.
Este relatório não atribuiu a origem desta espionagem a fonte definitiva, tendo apenas confirmado que estiveram envolvidos três servidores de controlo instalados em províncias chinesas e um outro na Califórnia.
O jornal New York Times adiantou que um dos possíveis rastos do envolvimento oficial da China nesta rede de espionagem é a chamada telefónica recebida por um diplomata ainda não identificado.
Esta investigação levada a cabo pela Universidade de Toronto surgiu na sequência de uma petição do gabinete do Dalai Lama para que peritos analisassem a rede de computadores de um tinham sido retirados virtualmente documentos e de onde controlados de forma remota microfones e câmaras.
O relatório, que hoje foi tornado público, não espanta o director do observatório de segurança, criminalidade organizada e terrorismo.
Ouvido pla TSF, Garcia Leando confessa que a única coisa que lhe causa admiração é a falta de capacidade técnica para evitar estas situações.
in TSF 29.03.2009
Ana Pedro de Sousa

25 de março de 2009

novidades

O rumor que tenho lido, fala de várias coisas a serem anunciadas. De todas as que li, uma das mais esperadas, tirando a nova versão beta do Windows 7 que Steve Ballmer já anunciou e está a ser distribuída por alguns convidados, é a disponibilização por parte do serviço de correio electrónico Hotmail de acesso POP3 às contas de correio electrónico.









António Guerreiro

Durante o Mobile World Congress, em Barcelona, os principais fabricantes de temoveis e grandes operadoras de comunicações móveis do mundo estabeleceram um acordo para a implementação de um carregador universal de bateria para todos os novos aparelhos fabricados a partir de 2012.

O objetivo da iniciativa é reduzir gastos para a indústria, facilitar a vida dos utilizadores e reduzir a quantidade de material desperdiçado, pois poucos carregadores terão de ir para o lixo. "Em 2012, a maioria dos telemoveis serão mais eficientes em relação à energia, e usarão apenas um carregador", disse Rob Conway, conselheiro da GSM, principal associação da indústria de aparelhos móveis do mundo.

De acordo com o conselheiro, participam da iniciativa os fabricantes Nokia, Motorola, LG, Sony Ericsson, Samsung e a empresa de chips Qualcomm. 

Fazem parte do acordo também as operadoras Orange, 3 Group, AT&T, KTF, Mobilkom Autrice, Telecom Italia, Telefónica, Telenor, Telstra, T-Mobile e Vodafone.









A recollha desta informação foi executada por Nuno Mesquita

in http://atualidadesdainformatica.blogspot.com/

18 de março de 2009

TED stands for Technology, Entertainment, Design.

Pattie Maes e o seu estudante, Pranav Mistry, criaram um sistema em que o utilizador pode utilizar qualquer superficie e interagir atravéz de um telefone celular. O sistema usa os dedos uma camara e um espelho para entender o que se quer. Veja o video para entender melhor esta forma de virtualidade interactiva.

Ricardo Miguel nº 16

16 de março de 2009

Aniversário WWW

Assinalando o 20º. aniversário do documento criado por Tim Berners-Lee que deu origem à WWW tão como a conhecemos hoje.
Veja o vídeo alusivo à data em:
Anna Pedro de Sousa

12 de março de 2009

Recuperação de Dados



Uma visita guiada a um laboratório de recuperação de dados.

IN: Exame Informática


Mário Pitta Groz

Pacote na Rede TCP/IP I/II

Introdução:
Suportado por um grupo de milhões pela primeira vez na história, as pessoas e as máquinas trabalham em conjunto, tornando um sonho realidade, uma força congregadora que não conhece fronteiras geográficas, sem olhar à raça, religião ou cor.
Uma nova era, onde a comunicação verdadeiramente une as pessoas. Esta é a alvorada da Internet.
Questões:
Quer saber como tudo isto funciona?
O que é que realmente acontece quando se clica num link?
Explanação:
Desencadeia-se um fluxo de informações.
As informações deste fluxo dirigem-se para a sua sala pessoal de correio onde o IP as empacota, rotula e despacha-as para o destino.
Há limites de tamanho de cada pacote.
A sala de correio tem de decidir como processar as informações e empacotá-las.
De seguida, é preciso rotular o pacote IP com informações importantes, tais como o endereço do remetente o do destinatário e de que tipo de pacote se trata.
Como o pacote em questão se destina a ir para a Internet também recebe o endereço do servidor Proxy que desempenha uma função muito especial como se verá mais à frente.
O pacote é então lançado para a rede local ou LAN.
Esta rede é utilizada para ligar localmente todos os computadores, routers, impressoras, etc., compartilhando informações dentro da parte física de um único edifício.
A rede local é um lugar relativamente anárquico onde infelizmente podem ocorrer acidentes.
A auto-estrada da rede local está carregada com todo o tipo de informações. Há pacotes IP, pacotes NOVELL, pacotes APPLE TALK que vão contramão, como é costume.
O router local lê os endereços dos pacotes e se for necessário, recolhe os pacotes, laçando-os em outra rede.
O router, um símbolo de controlo num mundo aparentemente desorganizado. Ele está ai, sistemático, insensível, metódico, conservador e por vezes, não muito rápido. Mas é de grande precisão…geralmente.
Os pacotes que saem do router embrenham-se na intranet da empresa, directo ao switch de roteadores, despacha rapidamente os pacotes IP, encaminhando-os em direcção ao destino, funciona como um redirecionador de Pinbal.
Conforme os pacotes vão chegando aos respectivos destinos são apanhados pela interace de rede que os despacho para o nível seguinte.
Neste caso, o Proxy[1]
O Proxy é utilizado por muitas empresas como “intermediário” para aliviar a carga da ligação à Internet.
E também por questões de segurança.
Podemos ver que os pacotes têm tamanhos diferentes, conforme o conteúdo de cada um.
O Proxy abre o pacote e procura o endereço Web ou Url. Se o endereço for aceitável o pacote é enviado para a internet.
No entanto, há alguns endereços que não obtêm a aprovação por parte do Proxy por não cumprirem as directivas empresariais ou administrativas e estes são eliminados sumariamente, pois não queremos que isso acontece por aqui.
Quanto aos que conseguem passar, retornam à estrada.
Logo a seguir…a muralha de fogo (Firewall).
A Firewall da empresa existe por dois motivos:
- Evita que algumas coisinhas nojentas que andam pela internet, entrem na internet e,
- Evita que as informações confidenciais da empresa sejam enviadas para a internet.
Uma vez passado pela firewall, um roteador recolhe o pacote e coloca-o numa estrada ou banda muito mais estreita.
Obviamente, a estrada não é suficientemente larga para que possam caber todos os pacotes.
É capaz de estar pensando: “O que acontece aos pacotes que não chegam ao fim do caminho?”
Bem quando o IP não recebe uma confirmação de recepção de um dado pacote em tempo útil, limita-se a enviar um pacote para o substituir.
Estamos agora prontos a entrar no mundo da Internet, uma teia de aranha de redes interligadas que se estende por todo o planeta.
Aqui, os routers e switches estabelecem ligações entre redes.
Ora bem, a internet é um ambiente completamente diferente…do que encontramos dentro das muralhas da rede local – aqui fora, é o faroeste! Muito espaço, muitas oportunidades, muito por explorar, muito aonde ir.
Graças à existência de muito poucos controles e regras, as novas ideias encontram aqui solo fértil para ir mais além … mas devido a esta liberdade, também alguns perigos se escondem. Nunca se sabe quando pode aparecer o terrível ‘Ping Mortal’
O Ping Mortal é uma versão especial de um pedido normal de ping criada por algum imbecil que descontrola os anfitriões incautos.
Os percursos dos nossos pacotes podem ser através de satélites, linhas telefónicas, comunicação aérea ou, até mesmo, cabo trans-oceânico.
Nem sempre tomam o caminho mais rápido nem o mais curto, mas, provavelmente, chegarão ao destino mais cedo ou mais tarde.
É talvez por isto que às vezes falamos na espera em escala mundial.
Mas quando tudo funciona como deve ser, pode dar-se 5 voltas à volta do mundo no tempo de um piscar de olhos, literalmente falando. E isto, ao preço de uma chamada local ou até menos.
Quase ao chegar ao nosso destino encontramos outra firewall.
Conforme o ponto de vista do pacote de dados, o firewall pode ser um aliado seguro ou um adversário temível.
Tudo depende do lado em que se está e das nossas intenções.
O Firewall foi concebido para deixar entrar somente os pacotes que cumprem os critérios que têm definidos.
Este firewall está trabalhando nas portas 80 e 25. Todas as tentativas de entrada por outras portas, serão barradas.
A porta 25 é utilizada para pacotes de correio electrónico (email), já a porta 80 é a entrada para os pacotes da Internet destinados ao servidor Web.
Dentro da Firewall, os pacotes são analisados com mais cuidado:
- Alguns passam sem dificuldades por esta ‘alfandega’, enquanto outros oferecem dúvidas.
- A polícia do Firewall não é enganada, de qualquer maneira: por exemplo, está atento a pacotes do ‘Ping Mortal’, quando estes tentam disfarçar-se de pacotes de ping ‘normal’.
Para os pacotes que tiveram a sorte de chegaram aqui a jornada está quase terminada. Basta alinharem-se junto à interface para serem levados até ao servidor Web.
Hoje em dia, um servidor Web pode funcionar e muitos tipos de máquinas. Desde uma Mainframe passando por uma Web como até chegar um computador pessoal.
Um a um os pacotes são recebidos abertis e desempacotados. As informações contidas que constituem o nosso pedido de informações são enviados para uma aplicação do servidor da Web. Quando a pacote, este é reciclado ficando pronto para nova utilização após preenchido com as informações que solicitamos. É então endereçado e enviado de volta.
Já de regresso, após passar pelas firewalls, routers e pela internet, passa novamente pelo Firewall da empresa, bem como pela sua interface. Está pronto a fornecer ao navegador da Web as informações solicitadas.

http://www.youtube.com/watch?v=V5QD7lgytsw
http://www.youtube.com/watch?v=6pbMwElmep4
[1] O PROXY é o controlador.

Ana Pedro de Sousa

2 de fevereiro de 2009

SERVIDOR SAMBA

Samba é um “software servidor “ é uma prova de sucesso de um software Open Source/livre baseado no UNIX. Foi criado por Adrew Tridgell, natural da Austrália. Quando escreveu o Samba, Andrew era ainda um estudante de Ciência de Computação da Universidade Nacional Australiana em Camberra. O Samba nasceu a partir de um problema que Andrew tinha, de integrar um Servidor Unix com o seu PC que funcionava em DOS.

O Nome Samba foi dado devido o nome original para o seu software ja ser uma marca registada de outro produto. Adrew consultou então seu verificador de ortografia e procurou palavras que tivessem as letra SMB. A palavra Samba era uma delas.

O Servidor Samba permite usar o Linux para gerenciamento, compartilhamento de recursos em redes assim como pode ser usado como servidor de ficheiros, servidor de impressão, entre vários outros recursos, como se tivesse-mos a utilizar servidor Windows (NT 4.0, 2000, XP, Server 2003).

Samba é compatível com qualquer versão do Windows, como NT 4.0, 95, 98, 2000, Xp, e Server 2003 e com máquinas com Linux.

O Servidor Samba é conhecido por ter um elevado nivel de segurança, uma vez que há um grande rigor nos controladores dos recursos oferecidos. Existem empresas que usam o Samba como solução para interligar maquinas com diferentes versões do Windows.

O Servidor Samba também permite que a sua configuração seja feita por meio de computadores remotos. Em casos mais graves o administrador da rede pode ser notificado por e-mail.

Servidor Samba é um software poderoso e muita eficiente. O qual alguns especialistas consideram-no mais seguro e confiável que as soluções baseadas no Windows .

Encontra-se facilmente na Internet inúmera informação sobre o assunto, existem ainda fóruns no qual se pode trocar informações sobre a matéria com outros utilizadores.

Também pode encontrar informação no site oficial : http://us6.samba.org/samba/


Mário Pitta Groz

Barramentos Gráficos

AGP - Porta de Gráficos Acelerados


O interface da porta de gráficos acelerados (AGP) é uma especificação de barramento que possibilita grandes desempenhos gráficos em PCs. Este novo barramento troca as exigências de memória para porções 3D de um subsistema de gráficos da memória local para a memória do sistema principal.

Os benefícios do AGP incluem:

- Um pico de largura de banda 4 vezes superior ao barramento PCI e mais transferências de dados por relógio.

- Possibilita às placas gráficas a execução de texturas directamente da memória do sistema em vez de forçar o pré-carregamento dos dados para a memória local das placas gráficas. Esta técnica é chamada de Direct Memory Execute of textures.

- Reduz a contenção com o CPU, dispositivos de I/O para barramentos e acesso à memória. O barramento PCI serve os controladores de disco, chips LAN e possível captura de vídeo. O AGP opera concorrente e independentemente da maioria das transacções em PCI.

- Possui uma ''porta extra'' para o chip gráfico de acesso à memória para que possa ler texturas da memória AGP enquanto lê/escreve valores e pixels da memória local. Permite ao CPU a escrita directa para a memória AGP partilhada quando precisa de ler dados de gráficos, como comandos ou texturas animadas. Geralmente o CPU pode ter acesso à memória principal mais depressa do que a memória gráfica local por AGP, e certamente mais rápido do que pelo barramento PCI.

- Habilita novos tipos de aplicações no PC como 3d CAD/CAM, visualização de dados e interfaces de usuária em 3D.

O AGP alivia a transferência de dados adicionando um barramento de alta velocidade entre o controlador gráfico e o chipset. Isto faz diminuir a largura de banda e tráfego de vídeo dos constrangimentos do barramento PCI. Mas o AGP permite que as texturas sejam acedidas directamente do sistema de memória à medida que vão sendo necessárias em vez de ser feito o pré-carregamento para a memória gráfica. Segmentos da memória do sistema podem ser dinamicamente reservados pelo sistema operativo para serem usados pelo controlador gráfico; esta memória é denominada de ''AGP memory'' ou ''non-local video memory'' (memória AGP ou memória de vídeo não local). O resultado reside no facto de o controlador gráfico requerer menos texturas na memória local. Exigências em termos de memória local menores significam custos menores. Esta inovação também elimina o constrangimento no tamanho que a memória local gráfica impõe às texturas e permite também a aplicações um maior uso de texturas, realismo e uma melhor qualidade de imagem.

O AGP é implementado com um conector semelhante com o que é usado no PCI, com 32 linhas para endereços de dados e descodificadores. Há também 8 linhas adicionais para sideband.



A memória de vídeo local é normalmente mais cara que os sistemas de memória generalizados e não pode ser usada para outros fins pelos sistemas operativos quando as aplicações gráficas já não as usam. O controlador gráfico precisa de uma acesso rápido à memória de vídeo local para um refrescamento do ecrã. Por estas razões, os programadores podem sempre esperar ter mais memória para texturas disponível por AGP. Manter as texturas fora do frame buffer permite uma maior resolução de ecrã.

Enquanto o PCI suporta um máximo de 132 MBytes/s, o AGP a 66 MHz corre até um máximo de 533 MBytes/s. Esta velocidade pode ser aumentada através da transferência de dados nos sentidos ascendentes e descendentes de um relógio a 66 MHz e através e pelo uso de transferências de dados mais eficientes.

AGP versus PCI

- Provavelmente a característica mais importante do AGP é o DIME (direct memory execute). Isto dá aos chips do AGP a capacidade de aceder directamente à memória principal para operações complexas relacionadas com o manuseamento de texturas.

- O AGP dispõe de dois métodos para que as placas gráficas tenham acesso directo às texturas no sistema de memória: pipelining e endereçamento por sideband.

- O AGP faz pedidos múltiplos para dados durante um acesso à memória ou ao barramento, enquanto que o PCI faz um pedido e não volta a fazer até que os dados pedidos sejam transferidos.

- O AGP não partilha a sua largura de banda com outros dispositivos enquanto que o PCI partilha.

- O AGP não substitui o barramento PCI pois é uma conexão que apenas pode ser usada pelo sistema gráfico.

- O AGP e o PCI também diferem no comprimento mínimo requerido para transferências de dados. As transferências APG são em múltiplas de 8 bytes enquanto que as transferências PCI são múltiplas de 4 bytes.

AGP e AGP Pro

Assim como quase tudo na Informática, o AGP também teve o seu processo de evolução. O primeiro modelo de AGP, chamado de AGP 1x, permitia transferir até 266 MBytes de dados por segundo. O padrão seguinte foi o AGP 2x, que é duas vezes mais rápido, permitindo que a placa de vídeo receba ou transmita até 533 MB de dados por segundo.

Como se não bastasse, as placas mãe actuais trazem slots AGP 4x, que permitem transferências de dados de até 1066 MB por segundo. Para entender o potencial, imagine que encaixada num slot AGP 4x, a placa de vídeo poderá transmitir uma quantidade de dados equivalente a um CD inteiro em apenas 0.61 segundos! Dependendo do chipset utilizado, o slot AGP da placa mãe pode comportar apenas um certo tipo de placas AGP. Pode ser que sejam suportadas apenas placas AGP 1x ou 2x, apenas placas 4x, ou então que seja suportado qualquer um dos três padrões.

Naturalmente, assim como muda o encaixe na placa mãe, também muda o formato do conector da placa de vídeo. Veja nas figuras a seguir a diferença entre os conectores de uma placa de vídeo AGP 2x e de outra AGP 4x. Na primeira figura pode-se ver os conectores AGP 1x/2x e na segunda figura vê-se um conector universal (que pode ser usada em qualquer placa mãe com slot AGP).














O AGP Pro é na verdade um slot AGP 4x com 48 contactos a mais, 20 de um lado e mais 28 do outro. Estes contactos adicionais são usados para aumentar a capacidade de fornecimento eléctrico do slot.

Os slots AGP Pro ainda não são muito comuns, mas devem tornar-se padrão dentro de pouco tempo, já que muitas placas de vídeo virão apenas neste formato e não poderão ser usadas em placas mãe com slots AGP comuns.

Veja nas figuras a seguir a diferença de tamanho entre um Slot AGP tradicional e um slot AGP Pro.








AGP tradicional




AGP Pro


Henrique Ferreira
Formando nº 8
Curso IGRI01

IIS (Internet Information Services)

O IIS é um servidor Web desenvolvido pela Microsoft para os seus sistemas operativos.
A primeira versão surge com o Windows NT, tendo posteriormente sofrido várias actualizações.
Em 2002, depois do lançamento da plataforma .NET, o IIS ganhou também a função de gestor do ASP.NET, este formado por dois tipos de aplicação básica, a saber:
1ª. Página WEB.
2ª. Web Services

Sobre o IIS 6.0:
O IIS 6.0 é mais confiável do que as anteriores versões o que se deve à sua arquitectura de processamento de solicitação, que supre um ambiente de isolamento de aplicativo que possibilita o funcionamento de aplicativos da WEB.
A configuração do ISS 6.0 pode ser executada em modo de isolamento por processos, o que permite a execução de todos os processos em ambiente isolado, ou no modo de isolamento do IIS 5.0, por questões de incompatibilidade de aplicativos WEB com o modo de isolamento do ISS 6.0.
O IIS 6.0 funciona em um dos seguintes modos de operação (a que se denomina modo de isolamento de aplicativos – Isolation Modes) ou Worker Processes e IIS 5.0 Isolation Modes (modos de isolamento do IIS 5.0).
Qualquer um destes modos estão dependentes do http.sys, contudo as suas funções internas são estruturalmente diferentes.

Como instalar o IIS no Windows Server 2003:
Em primeiro lugar vamos a iniciar, Painel de Controlo e Adicionar ou Remover Programas.
Neste último quadro, seleccionamos em Adicionar ou Remover Componentes do Windows dando, desta forma, inicio ao Assistente de Componentes do Windows.
Na lista Componentes do Windows, seleccionamos ao lado de Servidor de Aplicativo em Detalhes.
Em Servidor de Aplicativo, verificamos o que está instalado por padrão. Em Subcomponentes do Servidor de Aplicativos, distinguimos Serviços de Informações da Internet (IIS) e seleccionamos em Detalhes.
De seguida, na caixa de diálogo Internet Information Servicos (IIS) verifica-se o que está intalado por padrão. Na Lista Subcomponentes do Internet Information Services (IIS) seleccionamos Serviço World Wide Web e seleccionamos Detalhes.
Nesta última caixa, consultamos novamente as instalações padrão. Se optarmos por adicionar componentes adicionais, marcamos a caixa de Selecção ao lado do componente que se pretende instalar.
O mesmo procedimento para quando se pretender remover componentes opcionais.
Por fim, selecciona-se o OK. Ao voltar para o Assistente para Componentes do Windows, clicamos em Avançar e Concluir.

Ana Pedro de Sousa


Red Hat breve História e sua Evolução



Uma pequena História sobre o que aconteceu com o Red Hat durante o seu tempo de vida até a criação do seu projecto Fedora.

Empresa fundada em 1992, inicialmente tinha como o objectivo de ser mais uma distribuidora Gnu-Linux, mas que rapidamente ganhou um espaço por sua crescente e melhoria no que se diz respeito á interface gráfica e facilidades de instalação, uma distribuição que inovou o andamento do Linux como um sistema operacional.
A sua nacionalidade e localização, garantiram algumas vantagens, tais como as grandes empresas como a Oracle, que por exemplo vinham do Red Hat, uma referência de Linux, começaram a desenvolver uma adaptação dos seus produtos para serem adequados ao Linux e tendo o Red Hat como base, inclusive para que surgisse ainda os padrões LSB. O bom investimento de marketing do Red Hat contribuiu muito para o crescimento do mundo do software livre, mais conhecido pelo Open Source, ganhou muita popularização tendo como destaque o Red Hat.
O próprio Linus Torvalds (Criador do Linux) afirmou utilizar a distribuição Red Hat, surgindo depois outras empresas com o mesmo interesse em instalar os seus softwares, tais como a Netscape e a própria Intel passaram a investir na distribuição, favorecendo ainda mais o seu crescimento.
Tendo uma distribuição estável, o Red Hat passa a empenhar-se mais no projecto Red Hat Enterprise Edition, uma distribuição que visa o atendimento às empresas coorporativas. O Red Hat Interprise Edition passa a tornar-se um Linux não gratuito, e tem como outro princípio, a utilização de servidores para grandes empresas e deixa os utilizadores de desktops, prestando ainda garantias sobre o produto e manutenção para os seus clientes. A distribuição é ainda fechada, e os seus códigos fonte não são mais distribuídos.
Saindo totalmente nos temos de Licença GPL, esta causou um grande impacto aos seus fiéis e utilizadores da sua distribuição, que já se tinha tornado a principal distribuição GNU-Linux do Mundo, também anunciaram que não iriam dar mais sequência á sua distribuição Red Hat que já ia na 8° edição.


Publicado por: Luís Miguel Nº12



Evolução dos sistemas Windows

Windows 3.0 , 22 Maio 1990

Processador: 286 ou superior
Memoria: 640K de “memória convencional” (256K de memória extendida era recomendada)
Disco Rígido
Video: Hercules, CGA, EGA, VGA, or 8514/A Graphics card (EGA ou resoluçao superior)
MS-DOS 3.1 ou superior
Mouse: Opicional

Era usado em computadores 286 e 386.A versão 3.0 foi o primeiro sucesso amplo do Windows. Ao contrário das versões anteriores, era um Windows completamente novo, era porém um Ambiente Operativo e rodava por cima do DOS, sendo necessário carregar o DOS para, posteriormente, executar o Windows. Substituiu o MS-DOS Executive pelo Gestor de Programas e o Gestor de Arquivos que simplificavam as aplicações e tornavam o sistema mais prático.
Desenvolveu as redes locais (LANs).
Melhorou bastante a interface, a gestão da memória e o sistema multitarefa, e incluiu o suporte às fontes True Type.
Conseguiu ultrapassar o limite de 1 MB do MS-DOS e permitiu a utilização máxima de 16 MB de aplicações.
Naquela época era o único possível de compatibilizar todos os programas das versões anteriores.
Utilizava o processador Intel 80286 e o Intel 80386. Também existe a versão 3.0a, que foi lançada em 31 de Outubro de 1990.
Curiosidade: Primeiro Windows que ja vinha pré instalado em HDs de computares pessoais, pela Zenith Data Systems e Dell

Windows 95 , Agosto 1995

Processador: 386DX ou superior (486 era recomendado)
Memória: 4MB (era recomendado 8MB)
O espaço em disco ocupado era de 35~55MB
Drive de Diskete 3,5
Video: VGA ou superior (256-color SVGA era o recomendado)

Sistema operativo parcialmente de 32 bits criado pela Microsoft. Lançado em 24 de agosto de 1995, o Windows 95 passou a vir instalado por padrão com o MS-DOS 7.0 (e não separado, como era antes), e foi o principal lançamento da empresa na década de 1990.

Entre outras coisas, efetivava o sistema de arquivos FAT-16 (ou VFAT).
Os ficheiros (arquivos) puderam a partir de então ter 256 caracteres e não apenas 8 como sucedia nas versões anteriores.
O salto do Windows 3.1 para o Windows 95 foi enorme e fez com que a Microsoft pulasse para ser a mais popular distribuidora de sistemas operativos.
Curiosidade: A versão em diskete 3,5 vinha com 13 Discos; Brian Eno foi o compositor do som que iniciava o Windows 95.

Windows NT 4.0 , Agosto 1996

Pentium ou superior
Memória: 16MB (32 MB era recomendado)
Ocupa 110MB de espaço em disco.
CD-ROM era requerido para instalação
Video: Placa gráfica VGA ou superior
Microsoft Mouse ou Compativel
Windows 98, Junho 1998
Processador: 486DX 66MHz ou superior (Pentium recomendado)
Memoria: 16MB (24MB era o recomendado)
Ocupava de 120~355MB de espaço em disco
Drive de diskete 3,5
Video: VGA ou superior (SVGA 16-bit ou 24-bit cores recomendado)

A arquitetura do Windows NT é fortemente baseada na idéia do microkernel, de forma que um único componente seu gere e oferece aos demais, cada uma das funcionalidades do sistema. Assim, em teoria, poderia-se remover, atualizar ou substituir cada módulo sem que se precise alterar o resto do sistema. Contudo, o Windows NT não é puramente orientado à filosofia do microkernel, pois módulos externos a ele podem executar operações em modo kernel (protegido), a fim de evitar trocas de contexto e melhorar o desempenho geral do sistema.

A organização do Windows NT é feita em camadas, que se dispõem umas sobre as outras de forma que cada camada oferece serviços à imediatamente posterior e só usa serviços fornecidos pela imediatamente inferior. Além disso, é explorado o modelo orientado a objetos, em que recursos do sistema, arquivos, memória e dispositivos físicos são implementados por objetos e manipulados por métodos a eles associados.

Curiosida: Durante sua apresentação de lançamento na COMDEX de Abril de 1998, o Windows 98 trava com a famoso “Blue Screen of Death”

Windows 2000, Fevereiro 2000

Processador: 133MHz ou superior compativel Pentium
Memoria: 64MB
Ocupa mais ou menos 650MB de espaço em disco
Drive de CD-ROM ou DVD
Vido: VGA ou superior
Windows Millenium, (ME), Setembro 2000
Processador Pentium 150MHz ou superior
Memoria: 32MB
320MB de espaço em disco
Drive de CD-ROM ou DVD-ROM
Drive de diskete 3,5
Video: adaptador e monitor que suporte VGA ou superior
Microsoft Mouse ou compativel
Placa de som

Todas as versões do Windows 2000 possuem em comum muitas funcionalidades, incluindo muitas utilidades de sistema como o Microsoft Management Console (MMC) e sistemas de gestão de aplicações como o utilitário de desfragmentação de disco.
Todas as versões do Windows 2000 suportam o sistema de arquivos Windows NT versão 5 ou NTFS 5 (New Tecnology File System), o sistema de arquivos criptografado (EFS), também armazenamento em discos básicos ou dinâmicos.
O armazenamento em discos dinâmicos permite que diferentes volumes sejam utilizados. A família 2000 Server também teve um aumento de funcionalidades, incluindo a capacidade de ter um serviço de diretório único: o Activ Directory, Distributed File System (um sistema de arquivos que possibilita compartilhamento de arquivos) e armazenamento em volumes com tolerância à falhas.

Windows XP, Outubro 2001

Pentium 233MHz ou superior (300MHz é o recomendado)
Memoria: 64MB (128MB recomendado)
1.5GB de espaço em disco
Drive de CD-ROM ou DVD-ROM
Video: Adaptador e monitor que suporte Super VGA (800 x 600) ou superior
Placa de Som

O Windows XP é conhecido pela sua estabilidade e eficiência que melhoraram ao longo das versões 9x do Microsoft Windows. Ele apresenta uma interface gráfica redesenhada significativamente, uma mudança para que o tornou mais amigável do que versões anteriores do Windows. É também a primeira versão do Windows a usar um programa de ativação na luta contra a pirataria de software, uma restrição que não foi muito bem aceita por muitos usuários que defendiam a privacidade. O Windows XP também foi criticado por alguns usuários devido suas vulnerabilidades de segurança, sua pouca integração entre aplicativos, como o Internet Explorer 6 e Windows Media Player, e para aspectos de seu padrão de interface do usuário. A última versão do Service Pack 2, e o Internet Explorer 7 resolveram alguns desses problemas.

Curiosidade: Primeiro sistema que requer “Ativação”; Lançado em varias versões: Home, Professional, Tablet PC, Media Center, N (Especifico para o mercado europeu), Starter Edition.

Windows Vista, x64(64bits) e x86(32bits), janeiro 2007

Processador: 1GHz 32-bit (x86) ou 64-bit (x64)
Memoria: 1GB
Para funcionar o sistema gráfico Aero: Placa de Video 3D com 128MB de memória
Ocupará 15GB de espaço em disco
Drive de DVD-ROM
Capacidade de aceder a Internet

O principal objetivo da Microsoft com o Windows Vista, contudo, tem sido a de melhorar a segurança no sistema operacional Windows. Uma das mais comuns críticas ao Windows XP e aos seus predecessores são as suas geralmente exploradas vulnerabilidades de segurança e a total susceptibilidade a malware, vírus e buffer overflows. Em consideração a isso, o então presidente da Microsoft, Bill Gates, anunciou no começo de 2002 uma Iniciativa de Computação Confiável de grande escala na empresa a qual tinha como objectivo desenvolver a segurança nos softwares desenvolvidos pela empresa. A Microsoft declarou que priorizou a melhoria da segurança do Windows XP e Windows Server 2003 antes da conclusão do Windows Vista, atrasando assim seu lançamento.
Embora estas novas funcionalidades e melhorias de segurança tenham garantido opiniões positivas, o Vista também tem sido alvo de muitas críticas negativas da imprensa. As críticas relacionadas ao Windows Vista são os elevados requisitos de sistema, seus termos de licenciamento mais restritivos, a inclusão de uma série de novas tecnologias de gestão de direitos digitais que visam restringir a reprodução de mídia digital protegida, a falta de compatibilidade com certos programas e equipamentos "pré-Vista", e o número de solicitações de autorização do User Account Control. Como resultado dessas e outras questões, o Vista tem taxas de aprovação e satisfação mais baixas do que as do Windows XP.

Curisidade: Mais longo desenvolvimento do Windows, anunciado desde Jullho de 2001

Windows 7, até o final de 2009 ou início de 2010.

Para este sistema operativo já é necessário ter processador dual core e 2 GB de memória e uma placa grafica de 256 MB ou superior.(pode ser também ser usado uma placa grafica de 128MB)

A prioridade neste novo Windows é ser mais leve (ou pelo menos usar os mesmos requisitos do Windows Vista) com programas mais essenciais e que possam adicionar novos programas extras via download pelo sistema do Windows Live Service (pois sabemos que quanto mais programas forem instalados no computador mais lento ele fica e mais problemas aparecem), melhorar a interface com o utilizador, oferecendo maneiras mais comodas de se gerir os aplicativos e procurar documentos e claro a segurança, já que o Windows é tão criticado nesta parte.
O Windows 7 também começará a seguir uma nova tendência de interação com a internet. Com o aumento da velocidade das conexões com a internet e a maior quantidade de usuários conectados, veremos sistemas operacionais mais enxutos que exigirão menos tecnologia e capacidade da CPU local, pois conforme especialistas a maioria das ferramentas estarão online, sendo executadas em servidores.

Sintetizado por Nuno Mesquita com recurso a vários conteudos existentes em blogs e outros locais na internet.
2008-02-02

Evolução UBUNTU


Ubuntu é um sistema operacional livre e de código aberto, baseado nos princípios da distribuição Debian ( http://www.ideasbr.com/ubuntu.php). Perfeito para portáteis e servidores. Contém todas as aplicações necessárias – um navegador de internet, software para apresentações, escrita de documentos, folhas de cálculo, mensagens instantâneas e muito mais. ( http://www.ubuntu.com/ )

2004, surgia a distribuição que conquistaria o maior número de usuários em desktop graças à sua facilidade de uso, o Ubuntu.

§ Ubuntu 4.10 - The Warty Warthog

§ Ubuntu 5.04 - The Hoary Hedghog

§ Ubuntu 5.10 - The Breezy Badger

§ Ubuntu 6.06 LTS - The Dapper Drake

§ Ubuntu 6.10 - The Edgy Eft

§ Ubuntu 7.04 - The Feisty Fawn

§ Ubuntu 7.10 - The Gutsy Gibbon

§ Ubuntu 8.04 - The Hardy Heron

§ Ubuntu 8.10 - Intrepid Ibex

Para mais informações sobre as diversas versões é favor fazer click (http://www.sizlopedia.com/2008/10/18/history-of-ubuntu-from-warthog-to-ibex/pt/)

Sobre a numeração


A numeração das versões do Ubuntu são relacionadas com sua data de lançamento. No formato A.MM, ou seja, o primeiro dígito é o ano de lançamento, o segundo é o mês. Sendo assim, é incorrecto falar em 5.1 referindo-se à versão 5.10 pois o mês lançado foi Outubro e não Janeiro. Um exemplo, das versões que já temos:

- Ubuntu 4.10: primeira versão do Ubuntu, lançada em 20 de Outubro de 2004.
- Ubuntu 5.04: versão que fez a fama do Ubuntu, lançada em 8 de Abril de 2005.

- Ubuntu 5.10: lançada em 13 de Outubro de 2005.

- Ubuntu 6.06 LTS: primeira versão com Longo Tempo de Suporte (Significa que esta versão será oficialmente suportada durante 3 anos na versão desktop e 5 anos na versão servidor pela Canonical.), lançada em 1 de Junho de 2006.

- Ubuntu 6.10: versão com reformas estruturais, lançada em 26 de Outubro de 2006.

- Ubuntu 7.04: lançada em 19 de Abril de 2007.

- Ubuntu 7.10: primeira versão com o Desktop 3D activado por padrão, lançada em 18 de Outubro de 2007.

- Ubuntu 8.04 LTS: segunda versão com Longo Tempo de Suporte, lançada em 24 de Abril de 2008.

- Ubuntu 8.10: Lançada no dia 30 de Outubro de 2008.

- Ubuntu 9.04: A ser lançada em 23 de Abril de 2009.

(http://www.ideasbr.com/ubuntu.php)

Hugo Ribeiro nº9 2/2/09

CPU,s Dual Core

Existem várias vantagens em ter um processador dual core. A primeira vantagem é que o computador irá utilizar menos energia e proporcionar mais desempenho de ambos os seus núcleos, um único chip de alto desempenho. A segunda é que o processador dual core terá um desempenho melhor se tiver dois chips. Também terá menos espaços de requisitos, desde a morrer pela dupla de núcleos são impressos num chip. Não há necessidade de criar dois chips, economizando espaço. Outra vantagem é que a tecnologia é muito confiável e tem sido experimentada e testada. Processador dual core, provavelmente, vão continuar a ter uma excelente reputação devido à sua concepção estável e confiável.
Embora as vantagens superem largamente as desvantagens, você deve estar ciente de alguns pontos negativos. Por exemplo, o software precisa de ser reconfigurado para trabalhar especificamente com processadores dual core. É importante notar que o desenho é mais confiável para ter um processador individual num chip e que, devido ao facto de que o processador dual core irá trabalhar mais rápido e mais forte, isto vai colocar limitações sobre o sistema, bem como outras partes do computador, como a banda de memória. Antonio Guerreiro

DNS

Quando nós passamos o tempo na Internet a enviar e-mails ou explorando a Web, usamos servidores de Domínio sem nos aperceber.
Domain Name Servers, ou DNS, são muito importantes e uma parte completamente funcional na ligação Internet, são fascinantes. O sistema Dns forma uma das maiores mais distribuídas base de dados no Planeta. Sem o DNS a Internet Cesária quase instantaneamente.
Quando se utiliza a Web ou se envia um e-mail utiliza-se um nome domínio para tal.
Por exemplo: o URL http://pt.msn.com/ contem o domínio msn.com. Bem como o endereço de e-mail 1X3X4@msn.com.
Nomes possíveis em serem lidos por humanos como msn, são fáceis para as pessoas lembrarem mas não fazem bem as maquinas.
Todas as maquinas utilizam nomes chamados endereços I.P. para se referenciarem umas as outras.
Por exemplo: a maquina que os humanos se referem como msn.com tem o endereço I.P. XXX.XXX.XXX.XXX. Sempre que se utiliza um nome de Domínio, utiliza-se o nome de Domínio do servidor Internet (DNS) para traduzir o nome do Domínio humanamente legível em numero I.P. maquinalmente legível. Durante um dia de explorar a Internet e enviar e-mails acessará servidores de Domínio (DNS) centenas de vezes!
Servidores de Domínio traduzem nomes de Domínio em endereços I.P.. Soa fácil, e deveria ser – excepto 5 coisas.
Há biliões de endereços I.P. em uso, e a maioria das máquinas tem nomes humanamente legíveis também.
Há muitos biliões de pedidos de DNS feitos todos dias. Uma só pessoa facilmente faz centenas ou mais pedidos DNS por dia, e há centenas de milhões de pessoas e maquinas a utilizar a Internet diariamente.
Nome de Domínio e endereços I.P. mudam diariamente
Novos nomes de Domínio são criados diariamente
Milhões de pessoas fazem o trabalho de mudar e adicionar nomes de Domínio e endereços I.P. diariamente.
O sistema DNS é uma base de dados, e nenhuma outra base de dados no planeta recebe tantos pedidos. Nenhuma outra base de dados no planeta tem milhões de pessoas a muda-la todos dias, também. É isto que faz o sistema DNS único.

Ricardo Miguel nº 16 IGRI01